Quem segue aquilo que pensa constrói um caminho diferente de quem segue aquilo que sente. O pensador no momento de conciliar a acção com o pensamento obterá uma constatação enquanto o outro concilia a acção com momento presente que foi o último a lhe despertar um sentimento.
De um lado, cresce a razão que se alimenta da pessoa racional incapaz de encontrar qualquer justificação para não continuar a seguir a razão, pois não se sente errado, tem a razão, ainda que sinta constrangimento, para ele, sem motivo aparente: “Sou justo com quem é justo para mim, não faço mal a ninguém, não percebo (...)” Para o outro lado, segue uma acção/reacção a cada momento, originária de uma relação surpreendente entre o que a vida mostra e proporciona.
sexta-feira, 10 de agosto de 2007
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